Final Fantasy XII

Felipe Ribeiro

Capítulo um: O Virús

Era uma bela manhã naquele dia. O reino de Dalmasca estava em festa, todos os habitantes do reino viam a passeata do rei e sua nobre orquestra, andando entre as vilas do reino. Era um dos dias mais esperados do ano, a maior honra de qualquer dalmaciense era poder ver o rei passar em sua frente e acenar para ele. Mas uma noticia estragaria todo aquele lindo dia. Assim que o rei voltou, recebeu a noticia que mudara o destino de todos os dalmacienses.
– Majestades, acabei de receber uma noticia do reino dos Galmans – Disse o mensageiro do rei – Um Vírus! Um novo vírus foi detectado! O rei dos Galmans disse que e um vírus terrível, que começa como se fosse um simples resfriado, depois passa para manchas roxas na pele , amnésia parcial e dores de cabeça intensas , como diz o médico dos Galmances, ate que por fim a morte! E esse vírus tem 90% de chances de chegar ao reino. Precisamos tomar uma providência urgente! Ou se não o nosso reino será infectado e assim a vossa alteza também correra o risco de ser infectado, como todos da família real! – Preocupado com o destino de sua família o rei pede ao conselheiro um conselho do que deve fazer – Senhor, quer mesmo que eu te de um conselho sincero? Venda o reino! Assim além de deixar a sua, que já e grande, riqueza ainda maior, ficara livre do vírus – O Conselheiro tinha uma terrível inveja do rei, mas ninguém nunca percebeu por ser extremamente falso, ele tem uma das mentes mais perversas e obscuras do reino, e faria de tudo para conseguir se transformar no rei – Então é isso que farei! – O Rei mandou seu porta-voz ir até o reino de Archadia, reino que por muitos anos tentou dominar Dalmasca. – Gostaria de falar com o rei –Dizia o porta-voz do rei de Dalmasca ao mensageiro – Sim senhor, vou ver se o rei pode atendê-lo – disse o mensageiro – Alteza, noticias do rei de Dalmasca. Deixo entrar, alteza? – O Que esse louco quer agora? – Pensou o rei já imaginando que começaria uma nova guerra – Deixe-o entrar! – Sim alteza – O mensageiro chega ao porta-voz, e permite entrar com um olhar de medo, quase pedindo misericórdia caso começasse uma nova guerra – O que queres? – Pergunta o rei de Archadia – Vim em paz, minha majestade que lhe fazer uma proposta! – Responde o porta-voz do rei de Dalmasca com um sorriso curto no rosto – Que tipo de proposta seu rei poderia me oferecer a não ser guerrear? – Perguntou o rei de Archadia – Proponho uma reunião com o rei para esclarecer o assunto? –
Continua

Capítulo dois: Uma morte misteriosa.

A Reunião foi marcada, e os dois reis começaram a discutir o tal assunto. Estavam presentes os dois reis, o conselheiro real do rei de Dalmasca, o General das tropas do reino de Dalmasca, Bash, e Vayne, um dos sucessores do trono de Archadia.
– Então, por que marcastes esta reunião? – Perguntou o rei de Archadia – Queria discutir sobre a venda do meu reino! – Disse o rei de Dalmasca – Mas, mas... Como? – Perguntava Bash, meio confuso sem saber ao certo se ouvira direto o que o rei havia dito – Sim Bash, eu terei que vender meu reino, motivos pessoais – Esse reino sempre foi o mais lucrativo! Por que deseja vendê-lo e; logo para mim? – Perguntava o rei de Archadia, e não queria nem saber o motivo pelo qual o rei queria vender seu reino, apenas tinha perguntado por perguntar – Bem, como disse são motivos pessoais, não tem porque dizer! – Respondeu o rei de Dalmasca nervoso e cheio de preocupações – Está bem, não irei ficar te perturbando! Agora vamos logo aos preços! – Cobrarei 20.0000 – 20.0000? Só? Essas terras devem estar empestadas de alguma coisa! – Dizia o rei de Archadia, que já estava ficando desconfiado do motivo do rei querer vender seu reino. Já estava pensando no tal vírus que foi detectado, mas achava que não já que o rei tinha um olhar calmo e sereno – Está bem! Venderei então por 70.0000 e se ainda achar barato de mais para uma ótima terra como a minha, posso aumentar! – Já dizia o rei de Dalmasca pensando nos lucros – Está bem, negocio fechado! Virei amanhã e assinarei o contrato! – Mas não conte a ninguém sobre a venda! – Disse o rei de Dalmasca – E que sairei escondido! Não quero confusão com o povo, depois que eu estiver bem longe, pode contar se quiser! – Está bem! Não direi nada! – Então dou por encerrada a reunião! – Papai. Tem certeza que quer compra esse reino? – Perguntava Vayne – Essas terras deveriam valer no mínimo 100.0000! e uma terra enorme, lucrativa, ótima para qualquer rei! E ela é vendida por 70.0000? Não papai, tem algo de errado! – Deixe de paranóia Vayne! Agora só falta um passo para eu conseguir o que sempre sonhei, o reino de Dalmasca! – Disse o rei de Archadia todo entusiasmado, já que agora iria aumentar o reino. Estava como um bebê que acabara de ganhar um brinquedo novo, pensando apenas nesse novo brinquedo, deixando o velho brinquedo para traz como se nem existisse. Ate que chegou, como uma bala, o que atrapalharia toda essa “contemplação” - Larsa! Larsa o que faz aqui? – Perguntava o rei ainda com os pensamentos no reino de Dalmasca – Eu já estava ficando entediado lá no palácio! Então resolvi vim aqui, e diga ao rei para deixar aqueles guardas sempre, pois foi muito fácil passar por eles! – Dizia Larsa, irmão de Vayne, outro sucessor do reino – Larsa você sabe como é perigoso sair do reino sem a companhia de um guarda – Mas eu vim com um guarda! – Que guarda? – Bem ele não é bem um guarda, é um cidadão aqui de Dalmasca! – Quem é esse cidadão? – É o Vann! – Apontou Larsa para Vann. Vann era um cidadão comum, como qualquer outro, mas tinha uma enorme amizade com Larsa, apesar do rei dos dois reinos ter proibido a amizade dos dois. – Meu filho, quantas vezes terei que dizer para não se misturar com gente que não é do seu nível, quanto mais de outro reino! Agora vamos logo! – Papai, deixe-me só me despedir do Vann? – Não demore, apesar de ser a ultima vez que deixarei! Estou muito feliz hoje! – Papai eu já vou indo! – Disse Vayne – Vayne, a saída e por aqui! – Disse o rei –
Enquanto isso, na sala onde houve a reunião. – Terei que arranjar um jeito de sair sem que a população perceba... – Quando, surgi uma sombra atrás do rei, e um brilho forte refletia sobre os olhos do rei – Quem está ai, por que fechou as portas? – Majestade, você traiu seu reino, não merece viver! Adeus majestade! – então o rei vira uma espada vindo em sua direção, e como em um filme de terror, foi fincada no peito do rei.
Continua...

Capitulo 3: O Primeiro Suspeito!

Já se passaram 2 horas após a morte do rei. E o assassino já está longe, bem longe.
– Ashe você viu seu pai em algum lugar? – Dizia a rainha preocupada com o paradeiro do marido. Ela amava muito o marido dela, mas ela foi uma conquista! Ela era uma simples camponesa, mas o rei conseguiu que o casamento dos dois fosse aceito – Mãe, eu o vi entrando na sala de reuniões um pouco depois dela acabar! – Respondeu Ashe, a filha que herdara o reino daqui por diante – Guardas! – Chamou a rainha – Vá chamar o rei, ele está na sala de reuniões! – Sim majestade! – Ai, ai! Esse seu pai, não sei por que ultimamente ele tem andado tanto por outros lugares estranhos do palácio, sabe, lugares escondido, parece ate que esta fugindo de algo – Majestade, majestade! – Gritava um guarda apavorado, como se o mundo fosse acabar naquele instante! Mas foi o que aconteceu! Pelo menos para família real – Oh meu Deus! Não pode ser! – gritou a rainha quando entrou na sala de reuniões, e viu o corpo de seu marido, caído no chão, sangue esparramado para todo lado, para ela parecia que um pesadelo acabara de começar – O que foi mamãe, o que aconteceu? – Perguntou Ashe, que foi ver o que havia acontecido já que sua mãe deu um grito – Sai minha filha, e melhor que não veja isso! – veja o que mãe? – Vamos para o quarto filha – No quarto – Filha oi que vou te dizer poderá te abalar muito – o que mamãe? – Perguntou Ashe, que mal sabia do que se tratava a conversa, mas pelo tom de voz que a rainha estava usando ela já sabia que odiaria a conversa – Seu pai ele, ele... – a rainha suspirou, limpou os olhos que já começara a cair lagrimas, e finalmente conseguiu dizer o que tinha que dizer – Seu pai minha filha, ele foi assassinado! – Não, não – A noticia abalou fundo em Ashe, que desmaiou – Guardas – Chamou a rainha – Por favor, levem Ashe pro quarto dela, preparem um chá para ele quando ela acordar – poucas horas depois – Guardas quero que comecem as buscas, de algum jeito vocês terão que descobrir que foi que matou meu marido, e o dever de vocês, agora vão e comecem a busca – a rainha já estava bem melhor para quem acabara de perder um marido, todos acharam estranhos a atitude da rainha, o que vez dela, por incrível que pareça, virou a primeira suspeita.
Continua...

Capítulo 4: Desconfianças

- Você viu como a rainha está? – Disse um dos guardas que estava na busca – Realmente, ela parece até feliz com isso! – Bem, vamos para de falar da rainha, por que se ela descobrir pode querer as nossas cabeças! – Uma coisa eu sei, não vamos achar o assassino tão cedo! –
No castelo um clima de tristeza e melancolia estava a solta. Muitos choravam, muitos não, mas uma coisa era certa, todos eram suspeitos! Mas ninguém era tão suspeito quanto a rainha. Ate Ashe estava desconfiada, e resolveu ter uma conversa seria com sua mãe – Mãe, você está bem? – Porque está perguntando isso filha? - E que estou te achando meio estranha, parece que está feliz com a morte do papai! Mamãe pelo amor de Deus você não está envolvida com isso não né? – Não acredito que pode pensar que eu matei seu pai! – Mas é o que todos do castelo estão pensando! – E você vai acreditar mais em empregados do que em sua mãe? – Ashe não responde, abaixa a cabeça e sai do quarto da mãe. A rainha sai atrás de Ashe e continua a conversa – Filha, eu amava seu pai! Eu nunca seria capaz de encostar um dedo nele! E se você acha que eu seria capaz de matá-lo, diga olhando nos meus olhos! – Novamente Ashe não responde, mas chora – Ashe, vou te deixar sozinha um pouco, quando estiver pronta para responder eu volto! – Mamãe, desculpa! – A rainha olha para Ashe e da aquele sorriso meio de lado, abraça a filha, da um beijo em sua testa e sai do quarto.
No dia seguinte foi anunciada a morte do rei, o povo havia ficado chocado, e agora sem governantes, já que Ashe era a única filha do rei, sendo que ela precisava de um marido para poder governar o reino.
Ashe realmente estava desesperada, tanto com a morte do pai, quanto ao fato de não ter nenhum pretendente ainda. – Panelo, Panelo está ai? – Chamava Vann por Panelo. Panelo era uma bela garota de 16 anos que tinha um certo carinho especial por Vann, ou pelo menos era o que tudo indicava – O que foi Vann, o que esta havendo? – O rei Panelo, ele está morto! – Panelo não sabia, pois estava doente e não pode sair para, como foi chamada, “Grande Convocação”, como não era obrigatório ir, Panelo resolveu ficar – Oh não! Não posso crer, por isso que fizeram todo esse alvoroço! Mas que tragédia lamentável! Mas como foi isso Vann, você sabe? – Parece que foi assassinato! Não se sabe ainda quem e o assassino, mas estão numa busca. Creio que uma busca impossível, não tem como pegar um assassino assim! Tenho medo desse lugar! – Não fique com medo Vann, tudo vai passar! Pode crer no que estou falando! – Espero que sim Panelo! Espero que sim!
Continua...

Capítulo 5: Ouvindo atrás da porta

Era umas 9 da noite, quando um dos jardineiros do castelo estava indo para seu quarto. Quando uma gargalha, daquelas sinistras, que só se ouve dos vilões dos super-heróis e solta no ar. O jardineiro vai ver o que é, e acaba ouvindo o que não devia! – Oh, como é bom o sabor da vingança! – Dizia um homem de capuz meio amarronzado, cujo rosto era impossível de ver – Mas o povo esta apavorado! Não acha isso ruim? – Perguntava um homem baixinho, do nariz meio arredondado, uma voz um pouco enjoada de se ouvir. Tudo indicava que era o comparsa do homem de capuz – O povo estaria era comemorando se soubesse da traição que ele cometeu! Não eu não acho nem um pouco ruim! – Do que eles estão falando? – Se perguntava o jardineiro, que apenas imaginava que estavam falando do rei – Você é muito doido, queria eu ter essa coragem toda! Dá-me um pouco da sua coragem? – Disse o homem do nariz arredondado, que foi respondido com estrema ignorância – Saia pra lá seu idiota! Se quiser ser como eu, terá que ralar muito! Agora que matei o rei, terá que ralar muito mesmo – Naquele mesmo momento o pânico chegou à mente do jardineiro, e também um sentimento de empolgação, já que ele havia descoberto quem matou o rei! Se quisesse, poderia sair, chamar alguém da realeza, e entregar o assassino e o seu suposto comparsa, quem sabe não ganhava ate uma recompensa por isso! Mas não, resolveu ficar ate o fim da conversa, e ver se descobri quem era o cara do capuz – Caramba, como o senhor consegue ficar com esse capuz nesse calorão? – Realmente irei tirá-lo, não há ninguém por aqui, não corro o risco de ser descoberto! Agora que estão me caçando e melhor tirara apenas o capuz! – era chegada a hora que o jardineiro tanto esperou, mas ele nunca iria imaginar que as coisas não sairiam com ele esperava. Mas não sairiam mesmo! Por um simples descuido de um passo – Quem está ai? – perguntava o homem de capuz, que havia ouvido o jardineiro dando o passo que ele iria se arrepender para sempre – Senhor, acho que veio daquele canto ali – Tem ágüem ai? Responda! – e a cada vez o jardineiro se arrependia mais e mais desse seu descuido – Olha aqui eu estou avisando, diga logo quem é! – E o homem do capuz chegava cada vez mais perto até que – Achei! – No mesmo estante o jardineiro se vê sendo enforcado pelas mãos do homem de capuz, que ao chegar um pouco mais no claro, revela sua face! – Diga o que estava espionando ali, seu enxerido? – Perguntou o homem de capuz – Eu, eu não queria espionar nada, eu ouvir por acaso! – Você mente! – Respondeu o homem de capuz, apertando mais ainda o pescoço do jardineiro! – Por favor, não me mate! – implorava o jardineiro – E quem disse que eu vou te matar! – Obrigado, obrigado... – Espera ai! Eu não disse que você não ia morrer, disse que eu não ia matá-lo! – Mas senhor, como ele vai morrer se não vai matá-lo? – Perguntou o homem do nariz arredondado, que já imaginava a resposta – Você sabia que muitas coisas ruins acontecem quando um rei morrer. O seu povo chega a cometer loucuras! E o suicídio e uma delas!
Continua...

Capitulo 6: Outra vitima, outra morte e um mistério ainda em branco

O homem de capuz tapou os olhos do jardineiro, e o levou para o alto de uma montanha, não muito longe do reino – Vamos, vamos saia logo! Anda, anda! – Disse o homem do nariz arredondado – Agora você vai pular por livre e espontânea vontade! – Homem de capuz – Eu não vou pular! Vocês não podem me obrigar! – Olha aqui eu não estou com tempo para palhaçada não, você vai morrer quer queira, quer não! Pois se não pular terei que te matar! – Mas porque quer que eu pule? – Essa pergunta e tão obvia! Eu não estou com vontade de matar mais um! Agora da para você pular ou terei que te enforcar? – Por favor, não quero morrer, eu faço o que você quiser, eu não conto nada para ninguém! Mas por favor não me mate! – O homem de capuz pensou, pensou e com um único empurrão jogo homem de penhasco abaixo, vendo apenas um único grito no ar, ate não poder mais enxergar o homem caindo – Aqui jaz mais um! – Disse o homem de nariz arredondado – Vamos embora! Amanhã acharam o corpo e pensaram que foi um suicídio! Venha Rank, vamos embora – Em fim descobrimos o nome do homem do nariz arredondado, Rank!
Esse nome teremos que lembrar, pois falaremos nele mais tarde!

Continua...

Capítulo 7: Traições

Já era de manhã cedo, umas 6:00 horas e Ashe não havia pregado o olho! A morte do pai ainda abalava fundo a garota, que não conseguia fazer outra coisa a não ser chorar.
Pra ela sua vida havia perdido o sentindo, pois ela amava muito seu pai, e com certeza essa perda era imperdoável !
– Filha – Disse a rainha – Não fique assim! Eu sei que deve ser muito difícil para você, mas não podemos ficar noites em claro, chorando por uma coisa que não tem mais jeito! Não estou dizendo que você deve ficar saltitando por ai, toda alegre, mas sim toca a vida para frente! Vamos lá, faça isso! Pense que seu pai iria ficar triste se ti vice chorando desse jeito! Faça um esforço, e pelo menos levanta dessa cama e vem comer algo, a saúde e uma coisa delicada, não se pode brincar! – Um pequeno silencio rolou, e a rainha saiu do quarto de Ashe.
Na cidade do reino de Dalmasca
– Vann! Espere – Disse Panelo, que já estava bem melhor – Panelo, vejo que você já está melhor! – Respondeu Vann com um sorriso meio de lado – Aonde você vai ? – Perguntou Panelo – Vou para a casa! Quer vim comigo? – Quero! – Panelo a cada dia que passava demonstrava mais o seu amor por Vann, mais Vann não sabia ao certo se os sentimentos que ele sentia por Panelo eram de amor ou só de amizade –
Chegando na casa de Vann
– Vann, você está sabendo, finalmente vão apresentar a princesa Ashe! Dizem que vão apresentá-la por que agora que o rei morreu, ela será a nova rainha! Mas agora não disseram nada sobre o novo rei, quem será? – Acho que ele será apresentado junto com a princesa Ashe – Respondeu Vann – Agora vamos falar um pouco de você! –
No castelo
– Rank, o que está fazendo aqui? – Disse o conselheiro do rei, o mesmo que havia dito para o rei vender o reino – O chefe mandou recados! – Diga logo Rank, o que ele quer? – Perguntou o conselheiro – Ele quer te entregar isso! – Mas e... e toda a riqueza do reino! Como ele conseguiu pegar, é quase que impossível entrar no cofre forte do castelo! – Bem, o chefe tem seus truques, e como disse e quase impossível! Agora você já pode ser o novo rei como sempre desejou! – Entendi agora –

Capitulo 8: Um encontro inesperado

Já havia anoitecido e, novamente, Ashe não conseguia dormir. Agora ela tinha motivos mais fortes ainda para não dormir, ela seria apresentada sem pretendentes, o que poderia causar uma certa exclusão. Por esse motivo Ashe estava ficando cada fez mais e mais com medo de seu futuro, o que seria seu futuro? O que poderia acontecer? Apavorada com seus próprios pensamentos Ashe resolve fugir, e esbarra na pessoa que ira mudar a vida dela.
– Ai! Desculpa – disse Ashe – Não tudo bem! Você está bem? – Sim eu estou! – Responde Ashe, que ainda era uma desconhecida – Eu sou Vann! E você, quem é? – Vann que tinha acabado de deixar casa Panelo em casa – Eu...eu...eu prefiro não dizer! Se incomoda se eu não dizer? – Ashe – De modo algum, mas se incomoda se pelo menos deixar eu ver seu rosto? – Ashe estava com uma capa vermelho tampando todo corpo e rosto, e a todo tempo olhava para o chão – Tudo bem! – respondeu Ashe – Assim não me sinto culpada quando for olhar o seu! – Quando Ashe tirou o capuz os olhos de Vann começaram a brilhar como nunca haviam brilhado antes, e um grande silencio rolou entre os dois, Ashe e Vann começaram a conversar no meio da rua. Vann era o que mais falava, e nessa conversa ele conseguiu descobrir que Ashe havia fugido de casa, e a convenceu a voltar, desde que, eles voltassem a se ver.
Vann levou Ashe até a penúltima rua antes de chegar ao castelo, lá Ashe pediu para que parasse, e voltou – Obrigada! Mas posso seguir sozinha daqui para frente! – Ashe – Tem certeza? Eu posso te acompanhar até sua casa! – Vann – Não, não precisa – Ashe – Então quando nos veremos de novo – Perguntou Vann, com um olhar bem tristonho – Um dia! Um dia! –

Continua....

Capitulo 9:Um roubo!

Manhã de domingo, e todos estavam tomando seu café da manhã. Ashe estava um pouco triste e comeu bem rápido, depois subiu para o seu quarto.
Enquanto isso no cofre forte do castelo – Olhe – disse um guarda – O que – perguntou o outro – Não está achando meio estranho? – Estranho o que? – Veja, o cofre ele está meio estranho! – Deixe de paranóia! Para mim está normal! – Não sei não! – Se isso te faz sentir melhor, vou chamar o conselheiro real! – No castelo – Poderia chamar o conselheiro real? – Conselheiro! – Oh! Não me chame de conselheiro, por enquanto sou só Prenger! – respondeu o conselheiro, com mais um de seus joguinhos de falsidade – Está bem senhor Prenger, se não estiver preocupado poderia vir comigo até o cofre forte? – Até o cofre? – responde o conselheiro meio aflito – Tudo bem! – De volta ao cofre forte do castelo – É que meu colega aqui cismou de que o cofre; que há algo estranho no cofre! – Deixe-me conferir! – O conselheiro era o único que sabia da senha, alem do rei e restante da família real – Ok, me ajudem á abrir – Oh não! – No castelo – Rainha! Fomos roubados! – Como? – Roubaram todo o cofre forte! –
No cofre forte a rainha fica apavorada quando vê o cofre vazio – Olhe! – Disse um dos guardas – Um buraco no chão! – E um buraco muito bem feito! – Completou a rainha – Acha que ainda leva á algum lugar? – Não custa nada tentar – Respondeu um dos guardas – Então vamos! –
Desceram no buraco, levaram algumas velas e foram ver onde o buraco dava! – Vejam! Parece uma mina! – disse o guarda – Realmente! – concordou a rainha – E parece que estava sendo trabalhado há meses, vejam os detalhes! – disse a rainha que não parava de andar, até que viram duas passagens – E agora? – um dos guardas – Bem como estamos em quatro, vamos nos dividir! – disse a rainha – Tudo bem! – concordaram os demais que seguiram cada um em uma direção – Aqui já é um pouco mais bruto, não acha? – perguntou a rainha, que estava um pouco assustada e curiosa – Realmente! Aqui tem uma aparência parecida com a de uma caverna! – respondeu o guarda – Veja! Uma escada! – Gritou a rainha – Vamos! – Quando subiu, levou um susto, eles estavam no jardim do castelo – Como, aqui no jardim? Não posso crer! – Enquanto isso, ainda na passagem – Senhor, onde acha que a passagem vai dar? – perguntou um guarda – Vamos descobrir agora! Veja! – novamente tinha uma escada, mas essa dava no celeiro do castelo. Os dois grupos correram para a porta do castelo – Então alguma coisa? – perguntou a rainha – Nada! E a vossa majestade, alguma coisa? – Nada também, fomos parar no jardim! – E nós no celeiro! – Mas uma coisa é certa! – Disse a rainha – É alguém de dentro do castelo! –

Continua...

Capitulo 10: Uma herança roubada!

Foi convocada uma reunião, que mas parecia um interrogatório! Todos eram suspeitos, mas ela acabou dando em nada, não tinham nenhuma pista de que poderia ter feito isso, então não poderiam acusar ninguém – Tempo perdido! – Disse a rainha – Tempo perdido, totalmente perdido! Arrependi-me de ter feito essa reunião! Se nós pelo menos tivéssemos uma pista de alguém, algo que... – Esqueça majestade, acharemos o culpado! – disse o conselheiro real – Majestade, a princesa Ashe já está sabendo do que aconteceu? – Não. Todo esse tumulto acabei esquecendo! – Vai contar? – Perguntou o conselheiro – Sim! Afinal, ela tem o direito de saber e a herança dela que foi roubada! – Rainha, desculpe pedir-lhe algo em hora tão inconveniente, mas recebi uma noticia de que hoje seria aberto o testamento de meu pai, e precisarei viajar! Vou aproveitar e ver como está a mina que descobri! – Que bom para você! Pelo menos um por aqui não vai sair perdendo! Pode ir! – Obrigado majestade! – A rainha levantou-se de seu trono, andou até a biblioteca, pegou um livro e tentou ler. Ela estava muito nervosa, afinal seu reino estava destruído! Se não achassem uma solução eles estavam perdidos, totalmente perdidos – Até logo! – Disse o conselheiro para algumas das pessoas que estava na hora de sua partida – Vamos logo Rank, me leve para receber minha herança! Minha herança roubada! –

Continua...

Capitulo 11: Um retorno repentino e um casamento indesejado

Passaram-se dois dias desde que o conselheiro real, Prenger, foi para sua falsa viagem onde receberia a herança de seus parentes. Agora com a fortuna do rei volta para o reino de Dalmasca para completar seu plano.
– Majestade! – disse um dos guardas – Sim – Acaba de chegar ao reino seu conselheiro real, Sr. Prenger – Oh, Prenger bom que chegou! Você não sabe o desespero que estamos passando – a rainha contara com tanta tristeza o desespero que passara, que nem imaginava que o ladrão que tanto procura estava mais perto do que ela imaginava.
Enquanto isso Ashe se preparava para sair novamente, na esperança de encontrar Vann mais uma vez, mas todo o seu passeio foi em vão, pois não encontrou Vann, então voltou para o palácio, mas mal sabia ela o que esperava por ela no palácio – Como assim me casar com o Prenger? – Gritou Ashe – Minha filha me perdoe, mas e o único jeito de salvar o nosso reino, fora que o dia de sua apresentação esta cada vez mais perto e você sabe que uma mulher não pode assumir o reino sozinha! Perdoe-me – a rainha saiu com uma cara triste, seus olhos estavam sendo forçados a se fechar para não chorar, não perto de sua filha, então fechou a porta do quarto de Ashe e chorou seguido para o seu quarto rapidamente para que ninguém a visse naquele estado, trancou a porta de seu quarto e continuou chorando.

Continua...

Capitulo 12: Não posso!

– Olhe nos meus olhos, diga-me o que vê? Por que eu vejo tristezas, tristezas, tristezas! – dizia a princesa Ashe para si mesma, e enquanto lagrimas corriam de seus olhos imaginava sua vida ao lado de um homem que um dia foi um dos servos da família real, e quando pensava em ser feliz, por algum motivo, o rosto de Vann sempre vinha em sua cabeça. Ashe viçava imaginando como uma pessoa que ela mal conhece consegue ficar tanto tempo em sua cabeça, era um enigma para Ashe, mas quem a visse com Vann, o jeito como ela o olhava, o modo de sorrir quando o vê, o jeito meigo de falar logo já descobriria o enigma que Ashe está tentando, com muito esforço, desvendar – Amanhã, amanhã e o dia, dia que me tornarei rainha, seria cômico se não fosse trágico, tenho que aproveitar minha ultima noite de vida! Sim, ultima já que amanhã o que terei não será uma vida, será uma... uma... Nem sei como posso descrever o que passarei a viver a partir de amanhã, mas com certeza não será vida! Vann, Vann, Vann, porque não sai de minha cabeça Vann? Oh não! Será que estou apaixonada por ele? Minha vida se complica a cada minuto! Não, não, não, não! Já nem sei o que pensar o que dizer, não, minha cabeça parece que vai explodir! Só há uma coisa para se fazer agora! Vou atrás do Vann, vou descobrir o que sinto por ele de verdade! Já não da para ficar com essa dúvida, mesmo ela tendo aparecido a quase dois minutos! E se ela se provar verdadeira, se eu realmente estiver apaixonada pelo Vann, minha vida realmente se acabara hoje, pois não vou poder viver um homem sendo que estou apaixonada por outro! Ashe o que será de você? Por que? – Ashe respirou fundo, enxugou as lagrimas, lavou seu rosto, colocou um sapato e correu ao encontro de Vann.

Continua...

Capitulo 13: Quando se quer alguém

Já era noite, Ashe estava vagando pelas ruas do reino, chorando, esperando que estivesse perdida e que caminhasse para outro lugar, onde ninguém pudesse lhe achar, para não viver um pesadelo. Procurava por Vann! Talvez esse pensamento forte a levasse ao encontro dele, assim que virou a rua viu Vann entrando em uma casa, e gritou – Espere! – Vann olhou, sorriu e correu para falar com Ashe – O que faz aqui? – Perguntou Vann com um imenso sorriso no rosto – Bem da ultima vez disse que nos encontraríamos um dia, e ele chegou Vann – Disse Ashe – Bem você sabe meu nome e ainda não sei o seu! – Vann – Ainda acho melhor não dizer, mas em breve você saberá! – Disse Ashe que lembrara de que essa era sua ultima noite de vida – Pelo menos me diga por que me procurou? – Perguntou Vann animado, mas antes de receber uma resposta Ashe pulou em seu pescoço e o roubou um beijo, deixando Vann sem palavras – Desculpe, eu precisava fazer isso – Ashe correu, e agora estava, mas do que certa de seus sentimentos por Vann, realmente estava apaixonada por ele – Será que posso saber seu nome – Gritou Vann, e bem de longe Ashe respondeu – Não posso dizer! Tchau! –
Ashe voltou para o castelo passando os dedos sobre os lábios, lembrando do momento mas romântico que já passara em sua vida –

Continua...

Capitulo 14: Véspera do Grande Dia

Estava amanhecendo e o reino de Dalmasca já estava super animado para o dia da apresentação da princesa. Mal sabiam que nesse dia, uma guerra mortal estava esperando para devorar novamente o reino de Dalmasca, e pior, sem saber que isso iria acontecer por causa do finado rei deles, aquele mesmo rei que eles tanto amavam e respeitavam jamais alguém poderia imaginar que o rei trairia o seu povo assim! Enquanto isso, Ashe chorava e implorava para alguém, qual quer um que a tirasse daquele lugar, que a trouxesse de volta a vida – Amanhã, amanhã será o “grande dia”, que grande dia – disse Ashe que olho pela varanda de seu quarto. Dessa varanda era possível ver o reino inteiro, e de repente começou a gritar, gritar bem alto – Todos dizem que esse será o melhor dia da minha vida, o grande dia, mas que grande dia e esse que machuca, que fere, que magoa, que mata? Mas que grande dia e esse que só vai me fazer sofre? Por que eu tenho que seguir essas regras estúpidas? Por que tenho que me condenar a sofrer? São tantas perguntas, que não serão respondidas nunca, porque esse mundo não e justo, não e justo para mim, acho que terei que me conformar e morrer! Ashe sentou-se e começou a chorar, chorar bem alto, como se realmente tivesse morrendo, morrendo lentamente e dolorosamente, como se não tivesse mas salvação, seu mundo havia caído, e nunca mais se reergueria. Já era o fim da linha, e ela não podia fazer nada alem de chorar, chorar e chora.

Continua...

Capitulo 15: Mudanças de Plano!

Já era manhã, Ashe havia sido encontrada deitada no chão da varanda de seu quarto, mesmo dormindo ainda rolava lágrimas de seus olhos. Carinhosamente a rainha a acordou – Ashe querida, esta na hora de acordar! – Mãe! – Minha filha, por que você dormiu ai nesse chão duro filha? – Eu estava olhando o reino e refletindo – Disse Ashe com um ar de tristeza – Refletindo sobre o que? – Perguntou a rainha com um ar de curiosidade e um olhar de medo – Refletindo sobre tudo isso que está acontecendo! Mãe para que me acordou? Pelo menos dormindo, posso viver a vida que queria viver pelo menos nos meus sonhos eu quem cria as regras! Mas nem tudo é como agente quer – A rainha, naquele momento sentiu um grande peso na consciência – Não fale assim filha, sabe que doe muito, muito mais em mim, se você soubesse o quanto me deixa triste te ver assim – A rainha já está quase chorando, saiu vagarosamente de quarto, olhado Ashe sentada na varanda, chorando – Não posso deixar Ashe sofrer assim! – Disse a rainha – Ela é minha filha e é meu dever como mãe não deixa – lá sofrer! Porque eu seria capaz de morrer para que ela não sofresse – Foi quando a rainha teve uma perigosa idéia – Sr. Prenger! – Gritou a rainha – Preciso falar com o senhor! – Sim majestade! Em que posso ser útil? – Disse Prenger – Eu não quero mais! – Respondeu a rainha – Não que mais o que alteza? – Respondeu Prenger, já preocupado – Não quero mais que se case com Ashe! Não quero mais! – Como assim majestade? – Já cansei de ver minha filha sofrer! Não quero mas que se case com minha filha, mesmo que isso queira dizer que tenha que vender o reino de Dalmasca! – A rainha estava decidida de que não deixaria Ashe sofrer por nada! E conseguiu, Prenger teve que desistir de Ashe, mas logo teve uma louca idéia – Rainha posso falar com Ashe? –

Continua...

Capitulo 16: Surpresas, mudanças, uma noticia trágica e será que o reino vai agüentar tantas emoções em um único dia?

– Vann! – Gritou Ashe – Vamos, vamos fugir daqui! – Mas porque Ashe? – Porque sim! Não posso falar agora, mas vamos Vann! – Ashe! – Disse Prenger quebrando o sonho que Ashe estava tendo – Quero falar com você! – Me desculpe estava cochilando – Eu percebi! – Disse Prenger – Mas quero falar com você! Sei que está sofrendo muito com tudo que está acontecendo, por isso sua mãe veio me pedir para desistir de casar com você, mesmo que isso arruinasse o reino! – E você? – Perguntou Ashe – Eu aceitei! – Mas e o reino, você não podia ter aceitado, na família real o reino vem em primeiro lugar, não da para... – Calma Ashe – Interrompeu Prenger – Eu não aceitei deixar o reino as ruínas! Mas quero lhe fazer uma proposta, eu deixo você escolher quem você quiser casar, e deixo minha fortuna com o reino, nunca quis tanto dinheiro! Fico apenas com 30% de tudo e o resto pode interar com o que não foi roubado e o reino fica salvo! Esta de acordo? – Filha! – Gritou a rainha – Venha aqui em baixo logo! – Tenho que ir, depois conversamos! – Ashe desceu as escadarias do castelo e chegou ao salão principal onde sua mãe iria trazer uma péssima noticia – Filha veja isso! – Deixe-me ver mamãe! – Ashe leu e não acreditou, era uma carta do rei de Arshadia, pedindo o reino – Mas como, aqui diz que o papai vendeu o reino pouco antes de morrer! – Disse Ashe que já estava desesperada – Isso mesmo filha! E exatamente isso que a carta diz! – Mas como, por que o papai venderia o reino? Não pode ser! – E agora Ashe, o que faremos? –

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Capitulo 17: A vez em que Ashe ouviu o coração

– Papai o que você fez? – Ashe se perguntava – Por que foi fazer isso? Não entendo o senhor nunca gostou dos Archadianos, por que ia vender seu bem mais precioso justo para o rei de Archadia? – Filha – Disse a rainha – Você esta bem? Se quiser se acalmar desse choque, posso mandar adiar sua apresentação, você quer? – Não mamãe! – Respondeu Ashe, que já não estava tão chocada como sua mãe pensava que ela estava – Não precisa cancelar nada por enquanto! Prenger me disse que não preciso casar com ele, basta escolher alguém que eu realmente quero, por que ele só quer nos ajudar! – E você já tem alguém em mente? E alguém importante? E um bom partido? – Perguntava à rainha preocupada com quem a filha iria escolher – Já mamãe, e acho que não será de seu agrado! – Ashe correu para a praça, e esperou até que cancelassem a sua apresentação! Todos iam ter que passar pela praça, assim ela poderia encontrar Vann – Povo de Dalmasca, infelizmente não haverá a apresentação da princesa Ashe – Explicava um dos encarregados para essa ocasião, disseram que a princesa estava passando muito mal, e que não podia sair da cama. Um simples a princesa ainda não esta pronta para se apresentar hoje já servia, mas parece que gostam de ver o povo desesperado – Que loucura – Pensava Ashe consigo mesma – Eu estou vivendo uma tragédia com a noticia de que meu pai vendeu o reino, e estou aqui, esperando alguém que talvez nem venha! – Mas quando olhou para trás, viu refletido na água o rosto de Vann chegando perto dela – Garota misteriosa – Disse Vann – Garota misteriosa? – Perguntou Ashe, com uma cara extremamente irônica – Eu não sou misteriosa! – Só o fato de não saber seu nome já te faz misteriosa! – Respondeu Vann – Mas isso que me atrai em você! Sua beleza misturada com seu jeito de ser e seu olhar misterioso, parece que guarda um tesouro por trás desse olhos, um tesouro que apenas uma pessoa pode ver! – E essa pessoa é você! – Respondeu Ashe que logo pulou no pescoço de Vann novamente roubando outro beijo de Vann, o deixando sem palavras, e mesmo se quisesse falar algo, ele não poderia, já que estava desfrutando do doce beijo de Ashe.

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Capitulo 18: A reunião desastrosa

Já se passaram duas horas desde que Ashe beijou Vann. Ele estava feliz, mas não sabia por que, ainda não descobriu seu amor por Ashe, mas estava descobrindo que tinha um sentimento especial por ela, e enquanto conversavam pela praça um dos homens de confiança do rei de Archadia ia ao castelo, junto com uma tropa de soldados – Soldados do reino de Archadia? O que fariam aqui? – Perguntou Vann – Soldados? – Se assustou Ashe – Vann me encontre hoje à noite aqui na praça, para continuarmos a conversa! – Ashe corre e deixa Vann sem saber de nada o que estava acontecendo.
Chegando ao castelo, Ashe pergunta a rainha o que estava acontecendo, sua mãe explica – Mas como uma reunião? – Grita Ashe – Filha tente se acalmar, não pense que isso será o fim do mundo! Quem sabe não consiga que o reino de Archadia esqueça esse maldito negócio! – Ashe se acalma, bebe um copo de água com açúcar e vai à sala de reunião - Nosso rei quer fechar o negócio o quanto ates! – Disse o porta-voz do rei de Archadia – Mas eu não fechei acordo nenhum, e nem pretendo fazer nenhum acordo! – Responde Ashe, que mesmo com pouca idade, já carrega nas costas o peso da responsabilidade de ser rainha e temporariamente o rei – Mas o acordo já estava feito, e agora tem que ser cumprido! – Mas eu não quero! Não e justo eu ter que fazer algo que não quero! – Responde Ashe, que se demonstrava cada vez mas seria e confiante – Essa e sua ultima palavra? – Perguntou o conselheiro do rei de Archadia – Sim, essa e minha ultima palavra! – Respondeu Ashe – Então esta bem! Comunicarei ao rei a sua decisão! –

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Capitulo 19: Que comece a guerra!

Ashe estava tranqüilizada, pensava que o problema estava resolvido, mas isso foi um triste engano dela.
Já e noite, Ashe vai a praça encontrar Vann e decide contar tudo para ele – Vann – Diz Ashe – Demorei? – Não – Responde Vann – Vann, tenho algo para te contar! – Ashe estava com medo de contar a verdade, achava que nunca conseguiria falar disso com ele, agora que tomou coragem, uma tragédia, algo pelo qual temia, começa a acontecer, uma enorme bomba cai em cima da fonte da praça, lançando Vann e Ashe longe – O que foi isso? – Se perguntavam, enquanto davam graças a Deus por não estarem mortos nem gravemente feridos – Uma bomba! – Grita Vann observando a fonte da praça em chamas – E um ataque! Estamos sendo atacados! – Gritou Vann mais alto ainda, que apavorado corre puxando Ashe pelo braço achando incrível ninguém ter acordado ou saído para ver o que estava acontecendo, quando outra bomba explode uma casa, e der repente ouvisse de longe o portão sendo arrombado e os soldados do reino de Archadia invadem o reino – Atirem mais uma, quero que essa guerra seja memorável! – Dizia Damnatus o general das tropas de Archadia, famoso por ser um torturador digno de um filme de horror – Soldados – Disse Damnatus – Podem parar de lançar bombas, vamos ver do que os soldados são capazes de fazer! Se a coisa ficar preta, damos um jeito de dar reforço! – Outra marcar registrada dele era sua maneira inconseqüente de agir, nunca pensava em nada, agia por impulso, mas nunca perdeu uma guerra – Vamos lá, ataquem e digam aos outros soldados para não matarem ninguém, vamos apenas dar um susto! Um belo de um susto! – Enquanto isso no castelo – Majestade! Majestade! Os soldados do reino de Archadia estão atacando o reino! – Gritava totalmente desesperado um guarda do reino de Dalmasca – Mas como? Achei que estavam de acordo com o que foi resolvido na reunião – Respondeu Ashe – Como atacaram? – Lançaram três bombas na praça e os soldados estão pondo fogo nas casas – Responde o guarda – E os nossos soldados? O que estão esperando para atacar? – Perguntou Ashe – Eu não sei! – Então os mande reagirem! – Sim majestade! – Disse o guarda – Agora mesmo! –

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Fase 2 - Recapitulando a História

Na manhã do dia da grande passeata do rei de Dalmasca pelo reino, uma noticia chega ao rei, noticia que iria acabar de mudar a vida de um povo para todo sempre.
O rei descobre que um vírus devastador está à solta, e que logo chegaria ao reino de Dalmasca. Desesperado ele toma a decisão de vender o reino de Dalmasca para o reino de Archadia, grande rival dos Dalmacienses.
Logo após fecharum acordo, a porta da sala de reunião se fecha, tudo fica escuro e o rei, que foi o único a continuar na sala, é assassinado.
Depois da morte do rei, um drama é criado e todos os guardas do reino saem em busca do assassino, mas já era tarde o assassino já estava longe dali.
À noite, enquanto o jardineiro se preparava para dormir ele ouve uma conversa comprometedora do assassino e seu comparsa Rank, e acaba vendo o rosto do assassino e a face da morte em seguida sendo jogado de uma montanha.
Para piorar as coisas, o conselheiro do rei junto com o assassino e seu comparsa Rank, roubam toda fortuna do castelo, deixando-os seu um tostão.
Logo após o roubo, que não deixou pistas de quem foi o ladrão, o conselheiro diz a rainha que havia recebido uma herança de seu pai e que iria busca-la, e volta com a fortuna roubada dizendo que era sua herança.
Nisso a rainha foi obrigada a ter que casar sua filha, Ashe, com o conselheiro, Prenger, já que estava perto dela ser coroada e ainda não havia um marido. De acordo com a lei Dalmaciense, uma rainha não pode governar sem um rei.
O casamento não agradou nada a princesa que havia conhecido um rapaz, Vann, que mais tarde, ela descobriria ser seu grande amor.
Depois de um novo drama, Prenger deixa que Ashe escolha seu próprio marido,e deixando 70% de sua “herança” para o reino.
Mas o acordo é interrompido pela voz de sua mãe na escada chamando-a.
Quando desce para ver o que é descobre mais um drama, seu pai havia vendido o reino para o rei de Archadia, seu maior inimigo.
Mas mesmo com um novo drama em suas mãos, Ashe corre ao encontro de Vann.
Depois de um longo beijo, e de muita conversa, Ashe vê soldados do reino de Archadia indo para o castelo e corre para ver o que estava acontecendo.
No castelo Ashe descobre que o rei de Archadia quer o reino a qualquer custo, mas não da o braço a torcer e bate o pé no chão dizendo que não entrega o reino para o rei de Archadia, criando um complemento ao seu novo drama, provocando uma guerra.
Então que a guerra comece.

Fase 2 - Capitulo 2: Pequeno sofrimento

A sorte de Ashe parece ter mudado completamente naquele momento, fazendo-a esquecer completamente Vann. Apavorada com tudo o que estava acontecendo ela começa a chorar, era a única coisa que ela podia fazer naquele momento.
– Ah papai! Por que você fez essa loucura? Eu não compreendo – dizia Ashe, que já não sabia se continuava a chorar ou se parava e tomava algum tipo de atitude – Por que isso tinha que acontecer justo agora que tudo estava começando a se organizar? Deve ser uma praga que rogaram para nossa família! Isso é impossível, como tanta desgraça pode acontecer assim? – Nesse momento Ashe estava como um pássaro que quando começou a voar teve suas asas cortadas, impossibilitando sua fuga. Fuga pra qualquer lugar, desde que não fosse ali! Pelo menos não naquele momento – Como eu queria ter forças para agir, para tomar uma decisão – Princesa Ashe? – perguntou uma das suas criadas – Está se sentindo bem? – Ashe não respondeu com palavras, deu apenas um simples olhar que já respondia, ela estava arrasada.
Após algumas horas os soldados de Dalmasca conseguiram controlar a situação, mas já foram avisados que os Archadianos iriam voltar caso a princesa Ashe não entregasse o reino de Dalmasca.
– Majestade – disse um dos soldados – Os Archadianos se foram, mas prometeram voltar! – Meu Deus, Então a coisa é séria! – a rainha correu para dar a noticia a Ashe, subiu as escadas e logo percebeu que Ashe não estava bem, desceu as escadas bem devagar para não fazer barulho e deixou para dar a noticia depois.
Enquanto isso, nas masmorras do castelo: – Então Prenger, como anda as coisas no castelo? – perguntava o assassino – Vão de vento em poupa oh grande assassino do rei! Seu plano esta indo de vento em poupa – respondia Prenger em um tom irônico e maldoso, que se encerrou com uma gargalhada maléfica.

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Fase 2: Capitulo 3: Questões e Invasões

– Céu? – Se perguntava Ashe que se via voando em sua imaginação – Por que me escolherem? Já estou cansada de perguntas sem respostas! Até agora só estive me perguntando por que! Isso tem que acabar – der repente como em sua mãe abre a porta e quebra seu momento de reflexão – Filha – Falava a rainha bem calma, calma até demais para uma pessoa que esta vivendo o inicio de mais uma guerra – Você está bem? – O que você acha mamãe? – Ashe respondeu um pouco nervosa – Nós estamos vivenciando mais uma guerra e dessa vez não parece que vai ser como das outras vezes, dessa vez é pra valer – Ashe se levantou e saiu correndo, entrou na varanda do castelo se sentou em um canto e começou a chorar, quando avistou de longe um batalhão vindo em direção ao reino, era o exercito de Archadia que vinha para desafiar o reino, chegaram ao portal, que havia sido reforçado depois do primeiro ataque, e começaram a gritar por guerra – Então Dalmasca vãi amarelar? – Dizia Damnatus – Onde estão vocês? Estão com medo de nos enfrentar? Vocês sabem que não podem sobreviver a nós, entreguem logo o que é nosso! – depois de esperar alguns segundos Damnatus acena com a cabeça fazendo sinal de sim, e na mesma hora o exercito inteiro de Archadia começou a derrubar o portão e invadir o reino novamente – vamos lá gente, dessa vez e direto ao ponto – Disse Damnatus ao exercito que seguiu em direção ao castelo.

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